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9 Filmes italianos para assistir no Youtube

O Leopardo 

O Leopardo (original: Il Gattopardo) é um premiado filme de 1963 do diretor italiano Luchino Visconti, baseado no romance homônimo, traduzido de Il gattopardo, escrito por Giuseppe Tomasi di Lampedusa. Estrelado por Burt Lancaster, Claudia Cardinale, Alain Delon e Mario Girotti (Terence Hill) entre outros, o filme foi o vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes, no ano de seu lançamento. 

O filme, sob a direção do milanês Luchino Visconti (1906-1976), recria a atmosfera vivida nos palácios da aristocracia durante o conturbado reinado de Francisco II das Duas Sicílias e o Risorgimento - longo processo de unificação dos Estados autônomos que originaram o Reino de Itália, em 1870. O cenário político italiano é reconstituído com o intuito de interferir em dilemas dos personagens ficcionais. Trata-se de uma adaptação do romance homônimo de Giuseppe Tomasi di Lampedusa (1896-1957), publicado postumamente, que usa a queda da monarquia de Bourbon no Reino das Duas Sicílias e sua anexação ao da Alta Itália, governado pela dinastia Saboia.

O personagem principal do filme, Dom Fabrizio Salina (Burt Lancaster) foi inspirado no avô do escritor, príncipe de Lampedusa.

Direção: Luchino Visconti
Ano: 1963
180 minutos
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Novecento - Parte1

Novecento - Parte2

O filme faz uma retrospectiva histórica da Itália desde o início do século XX até o término da Segunda Guerra Mundial, com base na vida de Olmo (Gérard Depardieu), filho bastardo de camponeses, e Alfredo (Robert De Niro), herdeiro de uma rica família de latifundiários, que apesar de nutrirem uma amizade desde a infância, são colocados em pólos política e ideologicamente antagônicos por conta de suas origens sociais, retratando o intenso cenário político que marcou a Itália e o mundo nas primeiras décadas do século XX, representado pelo fortalecimento das lutas trabalhistas ligadas ao socialismo em oposição à ascensão do fascismo.

Direção: Bernardo Bertolucci
Ano: 1976
311 minutos
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Ladrões de Bicicleta 

O filme se passa na Itália durante o período pós-guerra, sendo um dos exemplos do neo-realismo italiano. Foi um dos primeiros longas-metragens a vencer o Oscar de melhor filme estrangeiro, que na época ainda não era uma categoria própria.

O filme apresenta a situação de muitos italianos que, depois da guerra, estavam desempregados. Antonio Ricci (Lamberto Maggiorani) é um deles, até o dia em que consegue um emprego como colocador de cartazes. Entretanto, para conseguir o trabalho, precisava de uma bicicleta, o que o fez penhorar objetos de casa para conseguir adquirir uma. A trama se desenrola a partir do dia em que sua bicicleta é roubada e, junto com seu filho Bruno (Enzo Staiola), ele a procura por toda Roma. O drama é capaz de transportar o espectador para a situação vivida por Ricci de maneira tão forte que os sofrimentos são refletidos em quem assiste.

Direção: Vittorio De Sica
Ano: 1948
Duração: 93 minutos
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Dá para fazer (Si puo fare)

Nello, um sindicalista afastado do sindicato por suas ideias avançadas, se vê dirigindo uma cooperativa de doentes mentais, ex-pacientes dos manicômios fechados pela Lei Basaglia. Acreditando firmemente na dignidade do trabalho, ele convence os sócios a substituir as esmolas assistencialistas por um trabalho de verdade, inventando para cada um, uma atividade incrivelmente adaptada às respectivas capacidades, mas indo também de encontro às inevitáveis e humanas contradições.
Direção: Giulio Manfredonia
Ano: 2008
Duração: 106 minutos

Vermelho como o Céu 

Anos 70. Mirco (Luca Capriotti) é um garoto toscano de 10 anos que é apaixonado pelo cinema. Entretanto, após um acidente, ele perde a visão. Rejeitado pela escola pública, que não o considera uma criança normal, ele é enviado a um instituto de deficientes visuais em Gênova. Lá descobre um velho gravador, com o qual passa a criar estórias sonoras.

Direção: Cristiano Bortone
Ano: 2006
Duração: 95 minutos
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Parente Serpente 

A ceia de Natal está pronta. A família Colapietro irradia paz e tranquilidade. A casa paterna se enche de risos, gritinhos de crianças, muitas lembranças em comum, muitos segredinhos, histórias picantes e fofocas para trocar. Antecipando as delícias da mesa, todos esperam o momento de começar a mais esperada comemoração do ano. Então, a matriarca da família anuncia que ela e o marido estão muito velhos para continuarem vivendo sozinhos e decidiram ir morar com um de seus filhos ou filhas. É claro que ninguém quer ficar com os velhos, e a festa ameaça virar uma autêntica batalha entre irmãos, todos ansiosos para se livrarem da incômoda responsabilidade.
Direção: Mario Monicelli
Ano: 1992
Duração: 100 minutos
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Roma, Cidade Aberta 

Roma, città aperta (no Brasil e em Portugal, Roma, Cidade Aberta) é um filme italiano e alemão de 1945, um drama de guerra dirigido por Roberto Rossellini. Precursor do neorealismo do cinema italiano, tornando o diretor e a atriz Anna Magnani os ícones da nova tendência.
Com locações reais e atores amadores, Roma, Cidade Aberta foi considerado um dos maiores filmes da história do cinema pela crítica mundial.
Direção: Roberto Rossellini
Ano: 1945
Duração: 102 minutos
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Blaise Pascal

Filme do mestre italiano Roberto Rossellini sobre o filósofo, teólogo e matemático francês Blaise Pascal (1623 – 1662).
Rossellini acompanha a trajetória de Pascal, dos 17 anos até sua morte precoce, mostrando seus célebres estudos de Matemática e Geometria, incluindo a criação da primeira calculadora mecânica; seus trabalhos revolucionários sobre o vácuo, os fluidos e a pressão atmosférica; sua relação com o Jansenismo e a concepção de suas principais obras filosófico-religiosas.
Com austeridade, ternura e realismo, Rossellini realizou um filme de extrema beleza sobre os conflitos religiosos e filosóficos de um personagem histórico fascinante.

Diretor: Roberto Rossellini
Ano: 1971
Duração: 129 min
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Sócrates

Depois que os Atenienses caíram sobre o governo da Tirania dos Trinta, a vida dos cidadãos não era mais segura. O filósofo Sócrates, entretanto, continua a sua pregação filosófica, aglomerando mais e mais jovens discípulos. Dentre eles está Platão, que anotou os discursos de seu mestre, sem saber sobre o conflito e o que aparentemente parecia tão real para ser considerado um princípio. A juventude de Atenas gostava de Sócrates, embora os conservadores, como o comediante Aristófanes, o ridicularizavam, acreditando que ele era um dos sofistas.

Quando Sócrates afirmou ter recibido uma visão dos deuses no Oráculo de Delfos, os seus conspiradores o acusaram na corte, argumentando que as suas pregações eram malucas doutrinas para a juventude, e que ele não acreditava nos deuses, mas nos demônios. Sócrates deu uma explicação, mas os cidadãos estavam contra ele. Então, Sócrates foi sentenciado à morte, e foi mantido na prisão, aguardando pela execução. Seus discípulos estavam desesperados, e um deles, Crito, tentou ajudá-lo, encorajando-o a fugir. Sócrates rejeitou a ideia, falando que ele deveria obedecer os governantes da cidade. Ele então, decidiu morrer, e morreu o mais rápido que pôde, forçado a beber cicuta.

Quando o filósofo morre, o povo de Atenas ficou ciente do grave erro no tribunal.

Direção: Roberto Rossellini
Ano: 1971
Duração: 113 minutos
Legendado



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