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Um experiência cultural italiana única: missa, teatro, arte, gastronomia, exposição, dança

Evento gratuito com apresentações musicais, oficinas de artes plásticas e teatro, no Morro do São Bento, em Ribeirão Preto

A tradição italiana estará presente em Ribeirão Preto (SP) de 5 a 7 de agosto (sexta a domingo), durante o 11º FESTITALIA (Festival da Cultura Italiana de Ribeirão Preto), que acontecerá no Morro do São Bento. A edição de 2016 do evento promovido pela Società Dante Alighieri contará com uma intensa programação cultural com música, dança, teatro, oficinas de pintura, palestras e exposições, além da tradicional gastronomia do país europeu.

Com entrada gratuita, o encontro integra o Calendário Turístico do Estado de São Paulo. A abertura do Festival, na sexta-feira (05/08), será feita pelo Coral Arco Íris, a partir das 19h30. Na sequência, o Gruppo Folk Dante Alighieri apresenta as danças folclóricas. Para fechar a noite, às 21h20, acontece o Show Musical do Grupo Cuore d’Itália. 

No sábado (06/08), às 12 horas, será realizada a oficina pintura ao ar livre, ministrada pela artista plástica Clara Cauchik. No mesmo horário, o tenor Mário Lázaro na companhia do acordeon de Rodolfo Reigada comanda o almoço musical, com canções tradicionais acompanhadas por pratos da culinária italiana e regadas por bebidas típicas. Às 15 horas, Eliton Silva ensina diferentes técnicas para construção de Máscaras Venezianas.

No saguão do Teatro Municipal ocorre a palestra “Música Italiana – Ontem”, com a professora Ana Paula Mangili André, às 17 horas. Às 17h30, no Palco Itália, Kleber e Taise encantam os presentes com belíssimas tarantelas, marcadas pela coreografia do Grupo Somos.
Às 18 horas, a festividade ainda apresentará a peça “1960 - Um Musical à Italiana”, do diretor Celso Rodrigues. O espetáculo conta, de maneira divertida e bem humorada, a história de um casal de jovens que se apaixona na romântica década de 60, e relata seus anseios, sonhos e experiências, através de canções da época. Logo após a apresentação, o Gruppo Folk retorna para animar a festa. Para encerrar o segundo dia, Claudinei Colucci e Ivano Italianíssimo tocam clássicos.

No domingo (7/8), a comemoração será aberta pela Santa Missa em italiano, às 11h30, celebrada pelo padre Dom Bernardo Maria Bergamin, da Igreja Matriz de Santo Antônio, com a participação do Coro Litúrgico do Santuário Nossa Senhora do Rosário. O almoço musical será animado pelo Tenor Mário Lázaro que, mais tarde, dá lugar a Kleber e Taise. Às 12h30, Clara Cauchik retorna com pintura ao ar livre e, às 15 horas, Ana Paula Mangili ministra a palestra “Música Italiana – Ontem”, no saguão do Teatro Municipal. Às 17 horas, ocorre o show “Recordar é Viver”, com Carlos Gilberto, e às 18 horas o publico terá uma nova oportunidade de conferir a peça “1960 - Um Musical à Italiana". O Gruppo Folk faz a sua última apresentação no FESTITALIA, às 19h15 e, para encerrar o evento em grande estilo, Claudinei Colucci e o Tenor Ricardo Bombarda mostram um animado espetáculo.

Para Antonio Henrique Sartore, presidente da Società Dante Alighieri, o FESTITALIA irá proporcionar momentos de aprendizado da cultura italiana. “A programação oferece gratuitamente ao público uma experiência única, através de um resgate histórico, criando uma ponte entre o passado e o presente com o melhor da dança, música, do teatro e outros aspectos da Itália”, comenta.

O Festival é realizado pela Società Dante Alighieri e pela Prefeitura de Ribeirão Preto, por meio da Secretaria Municipal da Cultura, com apoio da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (ACIRP) e da Unimed e patrocínio da Coca-Cola Andina Brasil. 
Curiosidades:

Tarantela - Em alta nos séculos XIV e XV, na região da Campania, Itália, o nome tarantella provém de Taranto, no sul da Itália. É também a origem do nome comum da tarântula, que era facilmente encontrada na região. A palavra é associada ao tarantismo, tarentismo ou tarantulismo, uma manifestação de delírio convulsivo atribuída à substância tóxica produzida na picada da aranha (Lycosa tarêntula).

Segundo a crença popular, a dança frenética ajudava a eliminar a toxina, com isso surgiu a sua popularização. “Na tarantella é permitido vários casais, porém, o mais importante é criar movimentos”, explica Antonio Henrique Sartore, diretor da Società Dante Alighieri.
Máscaras Venezianas - Os primeiros registros de uma máscara apontam para 30.000 a.C. em Veneza, surgiu no século XV, época em que acontecia o famoso "Ball Masquê" ou baile de máscaras. No Carnaval de rua do século XV e XVI, o elemento era utilizado pela nobreza para se misturar ao povo. Dos grandes bailes, teatros e o Carnaval de rua, as máscaras se tornaram também peças decorativas e uma das principais atividades econômicas da região.

A programação completa do festival está disponível em www.festitaliaribeiraopreto.blogspot.com