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Cibersegurança: Proteger o País sem renunciar direitos e liberdades

"A segurança digital é um bem comum. Proteger o País significa proteger as pessoas, garantir a continuidade dos serviços essenciais e fortalecer a confiança nas instituições. A inteligência artificial pode contribuir para essa proteção, mas deve ser governada com transparência, responsabilidade e supervisão humana." Essa foi a declaração do deputado italiano Fabio Porta (PD) em seu discurso de abertura no encontro "Quando o ataque é mais rápido que a defesa: IA ativa, autonomia cibernética e a nova resiliência do país", realizado na Sala de Imprensa da Câmara dos Deputados, na última terça-feira (06/10).

Relembrando a discrepância entre a crescente velocidade das ameaças cibernéticas e os tempos de resposta, Porta enfatizou que "não podemos esperar que o dano ocorra para então intervir. A resiliência nacional se constrói antes das emergências, investindo em prevenção, treinamento e uma defesa mais oportuna e coordenada."

A dimensão ética da inovação esteve no centro do seu pronunciamento: "A autonomia das máquinas não pode tornar-se irresponsabilidade de quem as desenvolve e utiliza. Quanto mais confiamos capacidades operacionais aos sistemas, mais devemos garantir limites claros, verificação e proteção dos direitos."

O deputado também destacou a necessidade de apoiar os pequenos municípios, as pequenas empresas e os cidadãos menos preparados digitalmente. "A segurança acessível apenas às organizações mais fortes deixa os mais vulneráveis ​​expostos. Reduzir estas desigualdades é parte integrante da defesa do país."

Porta enfatizou, por fim, a importância da autonomia tecnológica italiana e europeia: "Não significa isolamento, mas sim a capacidade de escolher e cooperar, protegendo o interesse público. A tarefa da política é proteger o país sem empobrecer as suas liberdades e promover a inovação sem deixar ninguém para trás. O progresso é autêntico quando aumenta a dignidade e a segurança de todos."

* Fabio Porta é deputado italiano do Partido Democrático, eleito na América do Sul; na Câmara dos Deputados, é membro da Comissão Permanente de Assuntos Externos e Comunitários; Vice Presidente do Comitê para os Italianos no Mundo da Câmara dos Deputados; Secretário da Comissão Parlamentar de inquérito sobre os efeitos econômicos e sociais da transição demográfica em curso; e membro da Comissão Eleitoral.  

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Cybersicurezza, Fabio Porta: proteggere il Paese senza rinunciare a diritti e libertà

«La sicurezza digitale è un bene comune. Proteggere il Paese significa tutelare le persone, garantire la continuità dei servizi essenziali e rafforzare la fiducia nelle istituzioni. L’intelligenza artificiale può contribuire a questa protezione, ma deve essere governata con trasparenza, responsabilità e controllo umano». Lo ha dichiarato l’on. Fabio Porta nel saluto introduttivo all’incontro “Quando l’attacco corre più veloce della difesa. AI agentica, autonomia cyber e nuova resilienza del Paese”, che si è tenuto ieri nella Sala Stampa della Camera dei deputati. 

Richiamando il divario tra la crescente velocità delle minacce informatiche e i tempi della risposta, Porta ha sottolineato che «non possiamo aspettare che il danno si produca per intervenire. La resilienza nazionale si costruisce prima delle emergenze, investendo nella prevenzione, nella formazione e in una difesa più tempestiva e coordinata». 

Al centro dell’intervento, la dimensione etica dell’innovazione: «L’autonomia delle macchine non può diventare irresponsabilità di chi le sviluppa e le utilizza. Quanto più affidiamo ai sistemi capacità operative, tanto più dobbiamo garantire limiti chiari, verifiche e tutela dei diritti». 

Il deputato ha inoltre evidenziato la necessità di sostenere piccoli comuni, piccole imprese e cittadini meno preparati sul piano digitale. «Una sicurezza accessibile soltanto alle organizzazioni più forti lascia esposti i più vulnerabili. Ridurre queste disuguaglianze è parte integrante della difesa del Paese». 

Porta ha infine richiamato l’importanza dell’autonomia tecnologica italiana ed europea: «Non significa isolamento, ma capacità di scegliere e cooperare tutelando l’interesse pubblico. Il compito della politica è proteggere il Paese senza impoverirne le libertà e promuovere l’innovazione senza lasciare indietro le persone. Il progresso è autentico quando accresce la dignità e la sicurezza di tutti».

* Fabio Porta è un parlamentare italiano del Partito Democratico, eletto in Sud America; alla Camera dei Deputati è membro della Commissione permanente per gli affari esteri e comunitari; vicepresidente della Commissione per gli italiani all'estero alla Camera dei Deputati; segretario della Commissione parlamentare d'inchiesta sugli effetti economici e sociali della transizione demografica in corso; e membro della Commissione elettorale.

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