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Cidadania, Porta (PD): Supremo Tribunal reforça princípio do direito adquirido ao nascimento

"A decisão das Seções Unidas do Tribunal de Cassação sobre a cidadania por direito de sangue representa um avanço significativo, pois reafirma um princípio fundamental: a cidadania é adquirida ao nascer, e o status de cidadão é permanente e imprescritível."

A declaração é do deputado italiano Fabio Porta, do Partido Democrático, eleito na América do Sul.

"Embora não aborde diretamente o mérito da reforma Tajani", afirmou Porta, "o Tribunal confirmou uma posição jurídica que reforça a proteção dos direitos dos italianos no exterior e de seus descendentes. Permanece em aberto, de fato, a questão mais delicada, a da compatibilidade das disposições que visam afetar retroativamente situações já consolidadas, tema que hoje assume uma evidente dimensão europeia."

"É importante que, mesmo nesta fase, fique reafirmado que a cidadania não é uma concessão administrativa mutável, mas sim um estatuto jurídico natural, ligado ao indivíduo e à sua história familiar. Por esta razão", concluiu Fabio Porta, "a decisão do Supremo Tribunal constitui um marco significativo no debate institucional e jurisdicional que prosseguirá perante o Tribunal de Justiça da União Europeia."

Cittadinanza: Porta (PD), Cassazione rafforza principio del diritto acquisito alla nascita 

“La sentenza delle Sezioni Unite della Corte di Cassazione in materia di cittadinanza iure sanguinis rappresenta un passaggio di grande rilievo, perché riafferma un principio fondamentale: la cittadinanza si acquisisce alla nascita e lo status di cittadino ha carattere permanente e imprescrittibile”. 
Lo ha dichiarato l’on. Fabio Porta, deputato del Partito Democratico eletto all’estero

“Pur senza entrare direttamente nel merito della riforma Tajani - ha precisato l’on. Porta - la Corte ha confermato un orientamento giuridico che rafforza la tutela dei diritti degli italiani all’estero e dei loro discendenti. Resta infatti aperta la questione più delicata, quella della compatibilità di norme che pretendano di incidere retroattivamente su situazioni già maturate, tema che assume oggi una evidente proiezione europea”. 

“È importante che, anche in questa fase, venga riaffermato che la cittadinanza non è una concessione amministrativa mutevole, ma uno status giuridico originario, legato alla persona e alla sua storia familiare. Per questa ragione - ha concluso Fabio Porta - la pronuncia della Cassazione costituisce un riferimento significativo nel confronto istituzionale e giurisdizionale che proseguirà anche davanti alla Corte di giustizia dell’Unione europea”.